Outros jogadores II

Outros: ABEL – ADEMAR – ADEMIR MARIA – AÍLTON – ARAÚJO – ARISTIZABAL – BETINHO – CÉLIO LÚCIO – CLÁUDIO ADÃO – MAURO MADUREIRA – RAMON – RINCÓN – RIVALDO – ROBERTO CÉSAR – ROBSON – RODRIGUES (ponta esquerda Atuou na década de 60. Veio do Flamengo. Chutava muito.) – SABU (Paulo Rêgo (Sabu) – ponta esquerda – 1947 a 1957 – 287 jogos ) – SOUZA (LATERAL DIREITO) – TIÃO MARÇAL – TONINHO ALMEIDA – TONHO – VÍTOR – WELLINGTON (Wellington jogou em 88. Entre outros jogos, foi o goleiro da semifinal da Supercopa daquele ano, nos jogos contra o Nacional/URU. ) – WILLIAN – ZEZÉ MOREIRA – ZINHO – ISMAEL – GUERRINO – HÉLIO LAZZAROTTI – VAVÁ (Osvaldo Simplício, 1956 a 1967, 411 jogos)

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NANI – atacante

João Lazarotti.

O primeiro jogo do Palestra foi disputado no dia 3 de abril de 1921, no Estádio do Prado Mineiro. O Palestra saiu-se vencedor pelo placar de 2 a 0 sobre um combinado formado por jogadores do Vila Nova de Nova Lima, que era o clube dos ingleses, e Palmeiras, também de Nova Lima. Nani foi quem marcou os dois gols, os primeiros gols oficiais da história do Cruzeiro.

A começar por gols de Nani, desde o primeiro jogo oficial o Palestra, futuro Cruzeiro, se mostra um time vitorioso e aguerrido!

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PIORRA – ponta direita

Ricardo Pieri Chiari nasceu no dia 31/05/1906, em Belo Horizonte.

Atuou nas décadas de 1920 e 1930 – 190 jogos, 41 gols.

Foi um dos heróis nas conquistas dos títulos estaduais de 1926 e do tri de 1928 a 1930.

Começou a carreira quase por acaso. Em 1921, assistia a um treino do time, no campo do Prado Mineiro, onde hoje está a Academia de Polícia Militar, e, na falta de um jogador, foi convidado a participar. Destacou-se e logo virou titular. O apelido se deve a uma jogada característica, em que girava sobre a bola, como um pião.

No Campeonato Mineiro de 1933 foi o artilheiro do Cruzeiro, com 8 gols, um a mais que Alcides. Terminamos na sexta posição.

1929: Armando; Para-Raio, Rizzo, Bento, Pires e Nininho; Piorra, Ninão e Bengala; Carazo e Armandinho. Técnico: Matturio Fabbi.

1933: Geraldo, Raul, Álvaro, Caieira, Barata, Teixeira (Calixto), Piorra, Ninão, Zezé, Bengala, Alcides. T: Matturio Fabbi

Encerrou a carreira em 1937.

Faleceu em 09/06/2002, em Belo Horizonte, aos 96 anos.

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HÉLIO LAZZAROTTI – centro médio
Hélio Lazzarotti nasceu no dia 17 de junho de 1923.

Excelente jogador.

Foi o único jogador da história do futebol mineiro a ter defendido os cinco times de Belo Horizonte: Atlético Mineiro, Cruzeiro, América, Sete de Setembro e Renascença. Os dois últimos são times extintos.

Também atuou pelo São Bento de Marília-SP e pela Seleção Mineira.

Após encerrar a carreira futebolística, Lazzarotti investiu no ramo comerciário, em Belo Horizonte-MG, onde montou a “Distribuidora de Imóveis Lazzarotti”. Em uma singela homenagem ao ex-jogador, a prefeitura de Belo Horizonte-MG, colocou seu nome em uma das ruas da cidade, no bairro Caiçara.
Faleceu no dia 7 de outubro de 1987, aos 64 anos.

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GERALDO II – goleiro

Geraldo Domingos nasceu no dia 20/01/1918, em Matozinhos-MG.

Atuou entre 1934 e 1955 (quase sempre como titular entre 1940 e 1953) – 364 jogos. Isto, sem jamais abandonar o ofício de pedreiro que exerceu até aos 75 anos, pois era muito requisitado.

No Cruzeiro foi teve uma história vitoriosa. Foi o maior goleiro mineiro da época e um mais um dos muitos injustiçados em relação à Seleção Brasileira. Ninguém retratava as dificuldades e a determinação de vencer melhor do que ele.

Títulos pelo Cruzeiro: Campeonatos de 1940, 1943, 1944 e 1945; Torneio Início em 1938, 1940, 1941, 1943 e 1944.

Participou da transição de Palestra Itália para Cruzeiro, na década de 1940. No início da carreira, Geraldo II revezou-se no gol celeste com outro Geraldo, daí o apelido que passou a carregar (II).

Seleção mineira: defendeu a seleção mineira em 1937.

Foi técnico interino do Cruzeiro por sete jogos em 1953 e 1955.

Ele, como pedreiro, trabalhara, muitas vezes de graça, na construção do Estádio JK, no Barro Preto. Porém, Deus lhe dera um talento maior que o de apenas edificar coisas, o talento de defender, com as mãos, a meta do Cruzeiro.

No Campeonato Mineiro de 1944, ao lado de Niginho, nos brindou com sua maior apresentação, em partida importante contra o Siderúrgica de Sabará (Esquadrão de Ferro), uma das potências do Estado da época. Foi um bombardeio à meta cruzeirense. Estávamos perdendo e conseguimos, heroicamente, virar aquele jogo, graças às 34 defesas realizadas por Geraldo II. Primeiro com um gol de pênalti, de Alcides. Depois, aos 39 minutos do segundo tempo, Niginho recebeu passe de Ismael e com um toque de craque colocou a bola no canto esquerdo do gol de Princezinha, revertendo o placar. Esta foi a arrancada cruzeirense para o bicampeonato. Somos vencedores graças a homens como Geraldo II que, literalmente, construíram nossa historia.

Para Paulo Florêncio,“Geraldo II foi um colosso! Um atleta perfeito! Era também um homem honesto, reservado e que não perdia tempo com as brincadeiras tão comuns no meio do futebol. Trabalhava o dia todo como pedreiro e quando ia para o clube era para treinar e jogar. Debaixo do gol, era perfeito. Alto, forte e ágil, não tinha medo de se expor. Todo mundo se admirava com suas saídas perfeitas para cortar as bolas altas e com a coragem para pular nos pés dos atacantes nas bolas rasteiras”.

Por causa dessas qualidades, a imprensa mineira dizia que Geraldo II era o atleta perfeito. E muitos jornalistas se irritavam quando saiam listas de convocação para a Seleção Brasileira sem o seu nome. Na edição de dezembro de 1945 da revista Minas Esportiva, Januário Carneiro, fundador da Rádio Itatiaia, mandou uma carta aberta ao treinador Flávio Costa: “O nosso Geraldo II é maravilhoso, sensacionalíssimo, soberbo, absoluto – esse ficou! É um mineiro pacato, humilde e trabalhador. Mas é também o maior goleiro do Brasil…”.

Desde os 16 anos quando chegou ao Palestra vindo do Tupinambás, time de várzea do bairro Calafate, ele só queria saber de treinar e jogar. Na época que Geraldo Cantini (Geraldo I), que já era um grande vencedor no Cruzeiro, foi ele quem sugeriu ao treinador Matturi Fabbi a escalação de Geraldo II.

Geraldo Domingos é uma legenda dos tempos heróicos do futebol mineiro. Uma lenda que até o elegante Kafunga, o mais famoso goleiro da história do Atlético-MG, o elogiou: “Ele tem todas as minhas qualidades, e mais uma: é o goleiro mais arrojado de Minas”.

Faleceu no dia 29/06/2007, em Belo Horizonte, glorificado como um dos maiores goleiros da história do Cruzeiro – do Palestra e do Cruzeiro, pra ser mais preciso.

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RAIMUNDINHO – ponta direita

Raimundo Ferreira da Silva nasceu no dia 29/02/1933, em São José da Varginha-MG.

Atuou de 1951 a 1963 – 344 jogos, 112 gols.

Apesar de ter participado de uma das piores fases financeiras do clube, se tornou ídolo e um dos apaixonados cruzeirenses. Junto a outros aguerridos e determinados companheiros, unidos com a diretoria, ajudou o clube a vencer todos os obstáculos.

1955: Chico, Avelino, Bené; Adelino, Lazarotti, Paulinho; Raimundinho, Guerino, Genuíno, Marambaia, Sabú. Técnico: Niginho.

Sabu, Guerrino e Raimundinho, grandes jogadores.

Raimundo começou no Cruzeiro no time juvenil, depois de ser descoberto no futebol de várzea de Belo Horizonte, no time do Nacional e também com passagens pelo time do Horizonte Têxtil.

Se mostrou belo garçom e ainda ótimo finalizador. De sua habilidade e de seus passes milimétricos nasceram muitas jogadas que resultaram em gols dos artilheiros Pelau, Nilo, Guerino, Dirceu Pantera e Áureo.

Também foi destaque com o número de gols já que até hoje ocupa o décimo lugar no ranking de artilheiros do Clube estrelado, com 112 gols. E ainda também marcou seu lugar no ranking de quem mais vestiu o manto sagrado, com o vigésimo primeiro lugar.

Títulos pelo Cruzeiro: Campeonato Estadual: 1956/1959/1960

Esse guerreiro faleceu aos 67 anos, em abril de 2000, levando consigo o orgulho de ser ídolo desta grande nação e ainda o orgulho de ser cruzeirense.

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PAULO FLORÊNCIO – meio campista

Quando jogava no Siderúrgica, o meia Paulo Florêncio enfrentou o Cruzeiro por 10 anos. Depois, no acaso, jogou no Cruzeiro, fazendo grande amizade com Geraldo II. Para Geraldo II, Paulinho impressionava pelo jogo técnico e pela elegância dentro e fora de campo

1950: Geraldo II (Sinval), Duque e Bené; Adelino Torres, Vicente e Ceci; Nonô II (Hamílton), Guerino Isoni, Bororó, (Áureo), Paulo Florência e Sabu. Tec: Geraldo Souza.

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DALMAR – ponta esquerda

Atuou de 1963 a 1969.

Mineiro de Juiz de Fora.

Tinha um chute muito forte, um “canhão”, com dizem.

Dalmar é um recordista: fez 9 gols pelo Cruzeiro, nos 16 a 0 sobre a Renascença, pelo campeonato de aspirantes, em 1966, no Barro Preto.

Disputou e perdeu a vaga para Hilton Oliveira.

Por fim, chegou a trabalhar com revelação de jogadores.

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NECO – lateral esquerdo

Manoel Caetano Silva nasceu em Rio Casca-MG, no dia 07/07/1940.

Atuou em 1966 e 1971 - 249 jogos.

Começou no Villa Nova, de Nova Lima-MG. Logo foi negociado com o Corinthians (1963-1965), onde fez 16 partidas apenas.

Raul, um dia estava em apuros, num jogo contra o Atlético-MG: a camisa que ele iria jogar não estava lhe servindo. Raul pediu um agasalho emprestado a Neco, da cor amarela, onde colou o número com uma fita. Depois do jogo Raul devolveu a camisa para o próprio Neco, ainda no gramado. Era motivo de espanto, pois era uma cor diferente das habituais. Algumas torcidas organizadas do Cruzeiro adotaram cores amarelas em conjunto com o azul e branco em seus materiais naquela época e assim permanece até hoje.

1966: Raul, Pedro Paulo, William, Procópio e Neco, Wilson Piazza, Dirceu Lopes e Tostão, Natal, Evaldo e Hílton Oliveira. Tec: Airton Moreira / contra o Santos.

Por fim, estava morando em Belo Horizonte, vendendo sorvete, pipoca e cachorro-quente em dez quiosques que mantém em sociedade com o também ex-lateral-esquerdo Vanderlei (ex-Cruzeiro).

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DARCI MENEZES – zagueiro

Atuou de 1967 a 1978 – 402 jogos.

Encerrou a carreira no Atlético-PR.

Jogou ao lado de Raul, Nelinho, Pedro Paulo, Procópio, Morais, Ozires, Fontana Perfumo, Wanderlei, Zé Carlos, Piazza, Eduardo Amorim, Dirceu Lopes, Roberto César, Roberto Batata, Jairzinho, Palhinha, Joãozinho e outros . Teve como técnicos: Hilton Chaves, Zezé Moreira e Yustrich, por exemplo.

Por fim, estava morando em Governador Valadares, onde era supervisor do Democrata.

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LÍVIO

Em 1977 jogou ao lado de Raul, Nelinho, Zezinho Figueiroa, Revétria Joãozinho e outros.

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LUIZ COSME – lateral esquerdo

Luiz Cosme Rodrigues Vieira.

Nasceu no dia 12/04/1955, em Matozinhos-MG.

1977-1985 – 251 jogos. Em 1979 consta que esteve no Sport-Recife.

Em 1983 estava atuando.

Campeão mineiro 1984.

1,73m, 70 kg.

1983: Vitor, Carlos Alberto, Aílton, Eugênio e Ademar; Douglas (Paulinho Batistote que depois saiu para dar lugar a Luiz Cosme), Orlando, Eduardo Lobinho e Tostão II; Carlinhos Sabiá e Carlos Alberto Seixas.

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EDU LIMA – ponta esquerda

Garoto da base celeste, estreou aos 16 anos vencendo o Atlético-MG. Em 1985, já experiente, marcou de pênalti, contra o mesmo rival, nos livrando de sufoco.

1981: Luiz Antônio, Carioca, Abel Braga, Calu e Hilton Brunis; Toninho Oliveira, Jair, Jacinto e Zé Eduardo; Luiz Carlos Oliveira e Edu Lima. Tec: Vicente Lage (Cento e Nove)

1985: uís Antônio, Luís Cosme, Orlando Fumaça e Ademar; Douglas, Givaldo (Ronaldo) e Eduardo Lobinho; Carlinhos Sabiá (Aluísio), Tostão II e Edu Limaa. Tec: João Francisco

Eduardo Lima de Carvalho, Edu Lima, nasceu no dia 31 de dezembro de 1964, na capital mineira, Belo Horizonte. Começou sua carreira no futebol logo aos 8 anos de idade, jogando futebol de salão até os 12, quando foi selecionado para jogar futebol de campo nas categorias de base do Cruzeiro. No clube mineiro, Edu tornou-se profissional, aos 16 anos,  atuando entre 1981 à 1985, em 1983 foi emprestado para o Palmeiras. Do clube paulista, retornou ao Cruzeiro. Transferiu-se para o Vitória-BA, vestindo ainda camisas de importantes clubes nacionais como Bahia-BA, Internacional, Atlético (MG), Guarani de Campinas e Flamengo. Atualmente Edu Lima atua como técnico de futebol, já tendo grande experiência com trabalhos na base e na formação de atletas, experiência esta adquirida nos 5 anos em que trabalhou no Cruzeiro Esporte Clube. Seus clubes como técnico profissional foram o Fluminense Futebol Clube (BA), 2007/2008 e o Colo-Colo (BA), 2009/2010. Está registrado junto ao Conselho Federal e Estadual de Educação Física, sob o número, 009515-P/MG.

Clubes como Técnico: 2010 – Técnico Futebol Profissional –  Colo-Colo de Futebol e Regatas (BA); 2009 – Técnico Futebol Profissional – Colo-Colo de Futebol e Regatas (BA); 2008 – Consultor Técnico – Brazilian Football Training (SP); 2007 – Técnico Futebol Profissional – Fluminense Futebol Clube (BA); 2006 a 2002 – Técnico de Futebol de Base – Cruzeiro Esporte Clube (MG); 2001 a 1999 – Comentarista Esportivo – TV’s e Rádio; 1998 a 1982 – Atleta Profissional de Futebol.

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GOMES I – goleiro

Atuou nos anos 80.

Subiu do time de juniores, onde foi campeão várias vezes.

Era dono de impulsão e elasticidade invejáveis.

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ORLANDO FUMAÇA – zagueiro

O carioca Orlando Monteiro do Nascimento Filho nasceu no dia 30/10/1960. 1.85m/83kg.

Atuou em 1985, emprestado pelo América-RJ.

Simbolizado por sua raça e por não parar de fungar no cangote dos atacantes adversários. Até o temido e trombador Serginho Chulapa respeitava o xerifão.

Jogou ao lado de Ademir Maria, Geraldão, Luiz Cosme, Douglas, Carlinhos, Tostão II, Carlos Alberto Seixas, Edu Lima, Joãozinho, e outros.

Iniciou a carreira no time amador de Miracema, cidade do Interior do Rio de Janeiro.

Apelido adquirido no Vasco, por ter uma moto CB 400 que soltava muitos gases poluentes. Rosemiro que botou o apelido.

Também jogou na Ponte Preta, junto com Carlos (goleiro) e Oscar (zagueiro), Vasco, junto com Roberto Dinamite, e em Portugal (Boa Vista e Amarantes)

Encerrou a carreira em 1992, no América-RJ, devido uma contusão no joelho.

Por fim, estava morando em Rio Preto, ganhando a  vida como corretor de veículos.

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MIRANDINHA – atacante

Francisco Ernandi Lima da Silva nasceu no dia 02/07/1959, em Chaval-CE.

Atuou em 1985.

Recebeu o apelido porque quando começou a jogar o achavam parecido com outro Mirandinha, atacante de São Paulo, Corinthians e Seleção Brasileira na década de 70.
Acusado de ser individualista por alguns, mas, um dos centroavantes que mais fez gols.

Outros clubes, os principais: 1976-1977: Ferroviário-CE (1976-1977, quando já arrasava com as defesas adversárias ainda na categoria de base); Ponte Preta-SP; Botafogo-RJ;  Santos-SP; 1987-1989; Newcastle-Inglaterra (1987-1989); Belenenses-Portugal (1990-1991); Corinthians-SP; Shimizu (1992); Bellmare Hiratsuka-Japão  (1993-1994).

Foi o primeiro atleta brasileiro a jogar no futebol inglês.

Títulos principais: Torneio de Toulon 1983; Copa Kirin 1985; Torneio Pré-Olímpico 1984 e 1987; Copa Stanley Rous 1987.

Seleção: 4 jogos em maio de 1987, contra Finlândia, Escócia, Irlanda e Inglaterra.

Encerrou sua carreira no Ferroviário e, logo depois, tornou-se treinador do time, em 1996, começando assim a sua nova profissão. Depois, foi técnico de várias outras equipes pelo Brasil.

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ÉDSON – ponta esquerda

Édson Gonzaga Alves Filho

Nasceu no Rio de Janeiro, no dia 01/06/1960.

Nome Completo: Édson Gonzaga Alves Filho
Dia do Nascimento: 6 de janeiro de 1960 – Local: Rio de Janeiro (RJ)

Atuou nos anos 1986 a 1992 – 281 jogos.

De chute forte e cruzamentos perfeitos.

Campeão brasileiro pelo Coxa em 1985.

No Cruzeiro, atuou ao lado de Careca, Balu, Ademir e outros.

Chegou a ser auxiliar técnico de Paulo Bonamigo.

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HERALDO – zagueiro

Heraldo Gonçalves da Silva é natural de Dourados-MS. Nasceu no dia 12/07/1958.

Em 1988 e 1989 estava em boa fase no Cruzeiro.

1,82 cm, 82 kg.

Ganhou notoriedade pelo estilo “xerifão” de atuar na defesa, com boa saída de bola e um ótimo cabeceio.

Pelo Cruzeiro: Vice-campeão da Super Copa dos Campeões da Libertadores 1988/1989.

Seu primeiro clube foi o Operário-MS. Passou por clubes como: América-RJ, Fluminense, Atlético-PR, Santa Cruz-PE, Coritiba (onde foi campeão brasileiro em 1985), Palmeiras, dentre outros, somando 19 anos de carreira como jogador, tendo conquistado vários títulos.

Pela seleção brasileira de novos: em 1997, Campeão Sul-Americano e Vice- campeão do 1º Torneio Mundial de Juniores.

Na conquista do Campeonato Brasileiro de 1985, disputou 19 partidas, marcando dois gols, um contra o São Paulo em pleno Morumbi, e outro contra o Atlético-MG no Couto Pereira pelas semifinais, gol que garantiu o Coxa na grande final.

Em 1992, o empate entre Coritiba e Iguaçu, por 1×1, encerrou sua carreira de jogador..

Se tornou treinador, tendo sido auxliar de técnicos como Evaristo de Macedo, Antônio Lopes, Dino Sani, Enio Andrade, Jair Pereira, Carlos Alberto Silva e Levir Culpi. Como técnico atuou em alguns times pequenos. Em outubro de 2009 morava em Campo Grande-MS.

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HAMILTON – atacante

Hamilton, goleador do Cruzeiro nas décadas de 80 e 90.

Jogou ao lado de Careca e Ronaldo, e fez vários gols decisivos pelo Cruzeiro.

Hamilton, o Hamilton Lima e Silva, centroavante do Cruzeiro na década de 80, mora em Belo Horizonte (MG), onde tem uma escolinha de futebol para garotos, junto com o ponta Róbson, no bairro Planalto. Em 2009 ele se tornou auxiliar técnico do treinador Wágner Oliveira no Villa Nova de Nova Lima (MG).
O ex-atacante, que nasceu em São Lourenço da Mata (PE) no dia 22 de janeiro de 1960, jogou também no São Bento (SP), Portuguesa, Sport Recife, XV de Jaú (SP), Internacional (RS) e América (MG), onde encerrou a carreira.
Oportunista e habilidoso, Hamilton começou a chamar a atenção de grandes times do Brasil quando jogava no São Bento (SP). Uma das melhores partidas dele pela equipe de Sorocaba aconteceu no dia 25 de maio de 1985, quando o São Bento venceu o Palmeiras por 2 a 0, em jogo válido pelo Paulistão. Hamilton foi autor de um dos gols do São Bento sobre o Verdão, que tinha Leão no gol.

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GILSON JADER – zagueiro

Gilson Jáder Gonçalves

Em 1989, jogando pelo Cruzeiro/MG, do técnico Ênio Andrade, teve como companheiros Balu, Adilson, Paulão, Ademir, Careca, Hamilton, Édson e outros. Defendendo o Cruzeiro, conquistou o título estadual de 1990, com a vitória por 1x 0 sobre o arqui-rival Atlético-MG.

Zagueiro de boa técnica e boa antecipação de jogadas, com facilidade para chegar ao ataque. QUEM É – Gílson Jader Gonçalves Vieira, o Gilson Jader, nasceu em 05 de fevereiro de 1960, em Goiás/GO. Zagueiro de boa técnica e boa antecipação de jogadas, com facilidade para chegar ao ataque.
Começou sua carreira no Goiás e foi revelado num período em que o clube goiano revelou craques do nível de Luvanor e Zé Teodoro. Foi titular na maioria dos clubes por onde passou.

No São José foi destaque na equipe comandada pelo técnico Leão, que disputou o paulistão de 1988. Fez, inclusive, gols importantes durante a competição. A campanha foi tão boa, que o São José o vendeu para o Guarani, onde foi vice-campeão brasileiro.
Também jogou pelo Botafogo-RJ e outros.

Por fim teve uma escolinha de futebol.

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PAULÃO – zagueiro central

Paulo César Batista dos Santos nasceu no dia 25/03/1967, em Itambacuri-MG. 1.8m/75kg.

Atuou de 1989-1992 – 55 jogos, 5 gols.

Iniciou nas categorias de base do Cruzeiro.
Janeiro de 1991 (final da Supercopa dos Campeões da Libertadores): Paulo César Borges, Nonato, Paulão, Adílson Batista e Célio Gaúcho; Ademir, Marco Antônio Boiadeiro e Luiz Fernando (Macalé); Mário Tilico, Charles e Marquinhos. Técnico: Ênio Andrade.

Seleção: 8 partidas, estreando com a Espanha, em 12/08/1990, até 16/12/2002. Também jogou contra o Chile, México, Paraguai, Argentina e Alemanha. Ficou no banco em um jogo pela Copa América 1993, com o seguinte time titular: Taffarel, Cafu, Antônio Carlos, Válber, Roberto Carlos; César Sampaio, Boiadeiro, Palhinha; Edmundo, Muller, Zinho. Treinador: Parreira.

Outros clubes: Grêmio-RS, Benfica-Portugal (1994/1995), Vasco, Atlético-MG, Guarani-SP, Atlético-PR, Colo Colo-Chile (1997), Internacional e Ponte Preta-SP (onde encerrou a carreira em janeiro de 2001).

Título principal: Copa do Brasil 1994, pelo Grêmio.

Em 2006 era treinador do juvenil do Atlético-MG.

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LUÍZ FERNANDO FLORES – meia avançado

Luíz Fernando Rosa Flores nasceu em Bagé, no dia 22/02/1964.

Atuou de 1990-1997 – 273 jogos.

1,72m, 77 kg.

Aos 15 anos de idade, trocou o futebol amador de Bagé pelo time profissional do Guarani, com titularidade de 1980 a 1982.

No futebol gaúcho, passou também pelo Internacional, pelo Caxias, dentre outros. Também chegou a jogar no Bahia-BA e em Portugal, na Ilha da Madeira.

Por fim, trabalhou nas categorias de base do Cruzeiro.

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MÁRIO TILICO – ponta direita

O carioca Mário de Oliveira Costa nasceu no dia 23/03/1965.

Atuou em 1991 (segundo semestre).

Título pelo Cruzeiro: campeão da Supercopa 1991, fazendo o gol do título.

Começou no Vasco, mas explodiu no Náutico. Chegou ao São Paulo em 1988, em uma transação milionária e com a responsabilidade de substituir Muller. Em 1991, com a volta de Muller, jogaram juntos.

Do São Paulo, onde era um talismã, veio para o Cruzeiro. Do Cruzeiro foi para a Espanha.

Em 1992, o São Paulo o vendeu ao Atlético de Madri, da Espanha. Atuou ainda em equipes de Portugal, México e Arábia Saudita, antes de voltar ao Brasil em 1999 para defender o Juventude, quando encerrou carreira, depois de conquistar o título da Copa do Brasil.
Disputou, em sua carreira, de 1985 a 2000 – 115 jogos, 48 vitórias.

Por fim chegou a ser auxiliar do técnico Walmir Loruz no Al-Ahli, da Arábia Saudita e aguarda a chance de assumir uma equipe como treinador.

Em 2009 começou a trabalhar como treinador.

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MARCO ANTONIO BOIADEIRO – meia direita

Marco Antônio Boiadeiro, ou simplesmente Boiadeiro nasceu em Américo de Campos, no dia 13/06/1965.

Outros clubes: Guarani, Vasco, Flamengo, Corinthians.

Atuou de 1991-1993.

Seleção: fez algumas partidas pela seleção. Jogou bem, mas não foi mais aproveitado.

Marco Antônio Boiadeiro foi revelado no Botafogo-SP em 1985, quando jogou ao lado de Raí, ídolo do São Paulo no início dos anos 90. Por sua vez, Boiadeiro também acabou traçando uma bela carreira no futebol, conquistando títulos importantes pelos clubes que passou.

O primeiro grande clube que apostou no talento de Boiadeiro foi o Guarani, que contratou o jogador em 1986. Naquele mesmo ano, o Guarani chegou até a final do Campeonato Brasileiro, perdendo o título para o São Paulo na disputa de pênaltis. Três anos mais tarde, já vestindo a camisa do Vasco da Gama, Boiadeiro deu o troco no São Paulo, conquistando o título de campeão brasileiro de 89 em cima do tricolor paulista.

Depois do Vasco, Boiadeiro foi jogar no Cruzeiro, aonde veio a participar das conquistas de duas Supercopas e de uma Copa do Brasil. Neste período em que passou no Cruzeiro, Boiadeiro viveu, possivelmente, sua melhor fase técnica, tanto que chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira.

Em 1994, após três anos defendendo o Cruzeiro, Boiadeiro teve uma rápida passagem pelo Flamengo e, em seguida, transferiu-se para o Corinthians. Infelizmente, para os torcedores da Fiel, foi no Corinthians que o futebol de Boiadeiro começou a entrar em decadência.

Já em final de carreira, Boiadeiro chegou a atuar pelo Rio Branco, Anápolis, Atlético-MG, América-MG e União Barbarense.

Títulos pelo Cruzeiro: Supercopa (1991/1992);  Copa do Brasil 1993; Campeonato Mineiro 1992.

Outros títulos (os mais importantes): Campeão Brasileiro, pelo Vasco (1989); Copa do Brasil, pelo Corinthians (1995).

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GÉLSON BARESI – zagueiro

Gélson Tardivo Gonçalves Júnior nasceu em Brasília, no dia 15/05/1974.

Atuou de 1995-1997.

Líbero do estilo que atacava e voltava, marcador nato e pouco violento. Ganhou o apelido de Gélson Baresi, ainda quando atuava pelas divisões de base do Flamengo. Tal apelido fazia referência ao defensor italiano Franco Baresi, que fazia muito sucesso na época atuando pelo Milão e pela Seleção Italiana, e por quem Gélson demonstrava se inspirar.

Revelado pelo Flamengo em 1992, quando se profissionalizou. Sua primeira partida pelo Flamengo foi contra o Botafogo, quando tinha apenas 18 anos de idade. Reserva nos primeiros anos, Gélson acostumou-se gradativamente a dividir a zaga com o já experiente Wilson Gottardo, e assim, foi solicitado diversas vezes na temporada 1992 participando ativamente da campanha do Pentacampeonato Campeonato Brasileiro.

O comando na zaga, e as seguras atuações, fizeram com que Gélson assumisse a titularidade em 1994. Ficaria no Flamengo até o ano do centenário (1995).

Em 1995, após 115 jogos pelo rubro-negro, deixou a Gávea, assinando contrato com o Cruzeiro.

Na Toca da Raposa, o zagueiro não decepcionou, conquistando duas vezes o Campeonato Mineiro (1996 e 1997), uma Copa do Brasil (1996) e a Copa Libertadores da América (1997), em um time que tinha como base Dida; Nonato, Wilson Gottardo, Gelson Baresi e Vitor; Fabinho, Donizetti Oliveira, Ricardinho e Palhinha; Elivelton e Marcelo Ramos. Ainda em 1995, as boas atuações valeram a ele sua única convocação para a seleção brasileira principal, na época comandada por Zagallo. O jogo, um amistoso contra Honduras, no dia 29/03, aconteceu em Goiânia e terminou com empate por 1 a 1.

Mesmo com o bom momento em Minas Gerais, deixou o Cruzeiro ao final de 1997, e iniciou uma peregrinação, inclusive atuando em Portugal, pelo Vitória de Setúbal (entre 2000-2003).

Perto de encerrar a carreira, jogou pelo Marília, em 2004, e pelo Ceará, em 2005. Entretanto, pendurou as chuteiras no CFZ-RJ, clube de Zico, no ano de 2006.

Ao abandonar o futebol de campo, Gélson passou a dedicar-se ao Showbol. Além disso, tornou-se um bem sucedido empresário de jogadores.

Chegou a ser convocado para defender a seleção brasileira no Mundial Sub-20 de 1993, no qual a equipe do técnico Júlio César Leal foi campeã.

Em janeiro de 2009 era agente Fifa e encabeçava a Gelson Baresi Consultoria Esportiva.

Títulos: FLAMENGO: Campeonato Brasileiro (1992), Torneio Cidade do Rio de Janeiro (1991 e 1993), Pepsi Cup (1994) e Torneio Internacional de Kuala Lumpur (1994); CRUZEIRO: Libertadores da América (1997), Copa do Brasil (1996) e Campeonato Mineiro (1996 e 1997). CEARÁ: Campeonato Cearense (2006).

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GILMAR – zagueiro

Gilmar Jorge dos Santos nasceu no dia 23/04/1971, em Itapecerica da Serra-SP.
1,84 m 82 kg.

Atuou em 1995 e 1996.

Títulos pelo Cruzeiro: Mineiro (1996) e Copa do Brasil (1996).

Outros títulos (só os mais importantes): Brasileiro (1991), Libertadores (1992 e 1993), Mundial de Clubes (1992 e 1993).

Casou- se com a cantora Aline Barros, que ganhou o Grammy Latino.

Outros clubes (só os principais): Itaquaquecetuba-SP (1984-1987), São Paulo, Portuguesa-SP, Zaragoza-Espanha, Rayo Vallecano-Espanha, Palmeiras, Flamengo, São Caetano e Botafogo (2002 a 2004).

A infância de Gilmar não foi nem um pouco glamourosa. Custou a convencer o pai que seu futuro estava nos gramados.

Gil, como é carinhosamente chamado pelos mais íntimos acreditou que uma bola, “seu primeiro e principal brinquedo”, um dia iria proporcionar uma vida mais digna à família “dos Santos”.

A persistência foi herdada do amigo de futebol de várzea Cafu, que passou por 13 peneiras em diversos clubes até ser aprovado no São Paulo. E o caminho até o Itaquaquecetuba – time que começou a carreira ao lado do Cafu – era uma verdadeira via crúcis. “Tinha dias que eu e o Cafu dividíamos um pão com banana e tínhamos que fazer proezas para conseguir dinheiro para pagar a passagem”.

No São Paulo, Telê Santana o tinha como filho. No entanto, até despertar para os conselhos do treinador, Gilmar sofreu para entrar nos eixos, pois o treinador gostava das coisas em 100%.

Certa vez, estando emprestado ao São Bento, de Sorocaba, ele acabou sendo o artilheiro deste time no Estadual subsequente. E Telê pediu a sua volta de imediato. O Telê via a gente como um filho, não só como atleta.

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FABINHO – volante

O carioca Fábio da Silva Azevedo nasceu no dia 12/01/1970.

Atuou em 1996 e 1997.

Outros clubes: Flamengo (onde foi quase herói e campeão brasileiro em 1992), Fluminense, Grêmio.

Não era violento, como diziam, tão somente queria ajudar as equipes pelas quais atuou. “Muita gente dizia que eu era violento, mas se você buscar vai ver que nunca machuquei ninguém. Jogava duro, sim, mas na bola. Não esquentava com as críticas na época e não me incomodo hoje, mas ficava revoltado quando me chamavam de assassino ou bandido. Era uma injustiça” – desabafa Fabinho.

Com mais de 15 títulos na carreira, entre eles o da Copa Libertadores de 1997, pelo Cruzeiro.

Em março de 2008, com 38 anos, apenas acompanhava os jogos pela TV quando estava em casa. Quando muito, vai assistir às partidas do irmão Flávio, goleiro do Cabofriense.

Revelado pelo Flamengo, onde iniciou a carreira em 1984 como mirim, Fabinho fez parte de uma geração que brilhou mais fora da Gávea do que dentro. Nomes como Djalminha, Marcelinho Carioca, Paulo Nunes jogaram ao lado do volante e conquistaram, inclusive, o título da Copa São Paulo de Juniores de 1990.

Na decisão do Carioca de 1995, o Flamengo perdia para o Fluminense por 2 a 1 até os 33 minutos do segundo tempo. Aos 34, Fabinho, improvisado na lateral direita, driblou dois marcadores e empatou a partida, resultado que dava o título ao Rubro-Negro. No entanto, sete minutos depois, a barriga de Renato Gaúcho acabou com a glória do volante.

Fabinho revelou que sua bela exibição na decisão serviu como cartão de visitas para ele ser contratado pelo Cruzeiro, onde, além da Libertadores, conquistou a Copa do Brasil de 1996 e dois Campeonatos Estaduais (1996 e 1997).

O futebol profissional acabou para Fabinho no início de 2003. Após seu contrato com o Fluminense terminar, o jogador até recebeu propostas de clubes como Fortaleza e Internacional, mas, com uma lesão crônica na face plantar do pé direito, o jogador decidiu que era hora de encerrar a carreira. “As propostas eram para eu chegar e jogar. E eu tinha que me recuperar primeiro, era um jogador muito zeloso com minha forma física. Fui deixando, deixando, e, quando vi, tinha encerrado a carreira. Não foi algo traumático, acho que completei meu ciclo no futebol de maneira correta, parando na hora certa.”

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ELIVÉLTON – lateral esquerdo

Elivélton Alves Rufino 31/07/1971, em Serrania – 1,72m/71kg.

Atuou em 1997 (campeão da Libertadores, com o gol do título – 1 x 0 sobre o Sporting Cristal-PER, em um Mineirão lotado).

Títulos pelo Cruzeiro: Copa Libertadores 1997 e Campeonato Mineiro 1997.

Foi descoberto em 1990, por Telê Satana, estreando como ponta esquerda do tricolor.

Por onde passou deixou saudade e marcas eternas.

Outros clubes: São Paulo (campeão da Libertadores 1992), Corinthians, Palmeiras, Internacional, Nagoya Grampus-Japão (1993-1994), etc.

Outros títulos mais importantes: Campeonato Brasileiro (1991, 1992); Copa Libertadores (1992, 1993); Copa Intercontinental (1992); Campeonato Japonês (1994). Foi, então, um dos maiores vencedores da história do futebol brasileiro, sendo 11 títulos quando tinha 17 anos de carreira (2009).

Seleção: disputou algumas partidas das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1994, além de ser titular no Pré-Olímpico de Assunção, em 1992. fez 1 gol.

Em 2010 estava no Francana, por onde já tinha passado.

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EDMUNDO – atacante

Edmundo Alves de Souza Neto (Niterói, 2 de abril de 1971).

Iniciou sua carreira profissional em 1992, pelo Vasco, clube onde mais se destacou e do qual se declara torcedor. Além do clube de São Januário, defendeu alguns dos principais clubes de futebol do Brasil e da Itália, como Palmeiras, Flamengo, Corinthians, Santos, Fluminense, Figueirense, Fiorentina e Cruzeiro. Ficou conhecido como “animal” por seu futebol habilidoso e ao mesmo tempo por seu temperamento forte e por sua indisciplina em campo. É considerado ídolo eterno do Palmeiras e do Vasco, clubes pelos quais mais jogou em sua carreira. Ele já declarou várias vezes que é vascaíno de coração, mas tem grande carinho pelo Palmeiras.

Cansado de ser emprestado para diversos times, Edmundo entrou na Justiça Desportiva em 2001, brigando pelo direito do seu passe. No mesmo ano ele conseguiria o passe livre, se transferindo para o Cruzeiro. Um tempo depois, porém, foi mandado embora, após um declaração meio estranha e perder um pênalti contra o Vasco (um dos times de seu coração).

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LEANDRO – lateral esquerdo

Leandro Silva Wanderley nasceu no Rio de Janeiro-RJ, no dia 19/04/1979. É descendente de neerlandeses.

Revelado pelo América-RJ, em 1997, foi comprado pelo Vitória-BA no ano seguinte, onde permaneceu até 2002, sendo sempre destaque nos diversos títulos que conquistou no rubro-negro baiano.

Quando foi eleito o melhor lateral direito do Campeonato Brasileiro (1999), ajudou o Vitória a chegar às semifinais da competição.

Foi negociado com o Cruzeiro em 2002, ficando por dois anos e conquistando muitos títulos, incluindo a Tríplice Coroa (Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro) em 2003, com atuações primorosas. Em 2004, foi vendido ao Porto, clube que detém seus direitos (fevereiro de 2010).

Passou novamente pelo Cruzeiro, por empréstimo, em 2005, ficando até 2007, quando chegou ao Palmeiras.

Em 2009 atuou pelo Fluminense, mas, no segundo semestre, retornou ao Vitória.

No dia 10 de dezembro de 2009 foi anunciado seu empréstimo, para a temporada de 2010 no Atlético-MG.

Títulos pelo Cruzeiro: Campeonato Mineiro (2003, 2004 e 2006); Copa do Brasil 2003; Campeonato Brasileiro 2003.

Títulos por outros clubes (os mais importantes): campeão baiano 3 vezes (1999, 2000 e 2002); Campeonato Paulista (2008).

Premiações: Melhor lateral esquerdo dos Campeonatos Brasileiros de 1999 e 2006; Bola de Prata 1999.

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DEIVID – atacante

Deivid de Souza.

Nascimento: 22/10/79 em Nova Iguaçu/RJ

Deivid, atacante de futebol coletivo e refinado, matador silencioso, que mesmo tendo rápida passagem pelo Cruzeiro conseguiu ser marcante e fazer história no Cruzeiro. Marcou muitos gols foi artilheiro da Copa do Brasil com recorde, não queria ser a estrela da companhia e nas poucas partidas que fez pelo Brasileiro daquele ano registrou seu nome na história marcando o gol 1000 do Cruzeiro em Brasileiros da era moderna (pós 1970).

Na Copa do Brasil 2003, o ataque mineiro balançou as redes 29 vezes, média de 2,63 gols por partida. O artilheiro do Cruzeiro na competição foi o atacante Deivid, que anotou sete tentos.

2003: Gomes; Luisão, Edu Dracena e Thiago; Maurinho, Recife, Martinez, Alex (Wendell) e Leandro; Deivid (Jussiê) e Aristizábal (Marcelo Ramos). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Clube Atual: Fenerbahçe (Turquia) – contrato até maio de 2012

Carreira: 1998/1999 – Nova Iguaçu (RJ); 1999 – Joinville (SC; 1999 – Lecce (Itália); 1999/2001 – Santos (SP); 2001/2003 – Corinthians (SP); 2003 – Cruzeiro (MG); 2003/2004 – Bordeaux (França); 2004/2005 – Santos (SP); 2005/2006 – Sporting Clube de Portugal (Portugal); 2006/2009 – Fenerbahçe (Turquia)

Títulos pelo Cruzeiro: 2003 – Campeão da Copa do Brasil; 2003 – Campeão Brasileiro – Cruzeiro (MG)
Principais conquistas em outros clubes: 2002 – Campeão do Torneio Rio-São Paulo – Corinthians (SP); 2002 – Campeão e artilheiro da Copa do Brasil – Corinthians (SP); 2002 – Vice-campeão Brasileiro – Corinthians (SP)
2004 – Campeão Brasileiro – Santos (SP); 2007 – Campeão Turco – Fenerbahçe (Turquia); 2007 – Campeão da Supercopa da Turquia – Fenerbahçe (Turquia)

Outros clubes: Santos, Corinthians e Fenerbahçe, da Turquia (a partir de 2006).

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MAURINHO – lateral direito

Mauro Sérgio Viriato Mendes nasceu no dia 11/10/1978, em Fernandópolis-SP. 1,75m/66 kg.

No Cruzeiro, atuou duas vezes: de 2003 a 2006 e 2008 . Disputou 127 partidas pelo Cruzeiro e marcou sete gols.

Em janeiro de 2006, a torcida do Cruzeiro recebeu a notícia que não queria. O lateral-direito Maurinho foi negociado com o São Paulo.

Mauro Sérgio Viriato Mendes chegou ao Cruzeiro em 2003, vindo do Santos. Pelo clube celeste, ele foi duas vezes campeão Mineiro (2003 e 2004), campeão da Copa do Brasil, em 2003 e também levantou a Taça do Campeonato Brasileiro do mesmo ano. Ainda em 2003, ele ganhou a bola de prata da revista Placar. Definitivamente o ano de 2003 foi o melhor da carreira do jogador. Além de todas as conquistas, ele foi convocado para a Seleção Brasileira, pelo técnico Parreira, para integrar o elenco que disputou a Copa das Confederações.

Bom marcador e apoiador incansável, Maurinho foi homenageado por Deivid: “Nunca vi correr tanto, parece que esse cara tem dois pulmões!” Ele corria e cruzava com perfeição. O Maurinho que ficará na memória do torcedor celeste será o lateral moderno que deu excecpcional contribuição para a conquista da Tríplice Coroa.

Outros clubes: Fernandópolis-SP (1997); Rio Preto-SP (1997); Capiviariano-SP (1998); Ituano-SP (1998-1999); São Bento-SP (1999); Ituano-SP (2000); Sertãozinho-SP (2000); Paulista Jundiai-SP (2001); Santos-SP (2002). Também jogou no São Paulo, onde foi campeão brasileiro em 2006, no Goiás, dentre outros.

Pelo Santos, em 2002, também foi campeão brasileiro.

Em janeiro de 2010 estava no Pelotas.

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ÉLBER

Elber chegou no Londrina em 1989, como revelação do futsal local. Desde que pisou no VGD, era visto como um rentável patrimônio, o que se tornou realidade em 1991. A bela participação no Campeonato Brasileiro da segunda divisão deste ano, com dois gols, além dos diversos marcados pelo Tubarãozinho, chamaram a atenção da comissão técnica de categorias menores da CBF.

Sabendo do patrimônio que tinha em mãos, antigos diretores do LEC não pensaram duas vezes antes de fazer lobby na entidade maior do futebol brasileiro para uma possível convocação. Ela veio, e o atacante Elber disputou a Copa do Mundo de juniores, disputada em Portugal neste mesmo ano de 1991.

Tal fato atrapalhou ao Londrina, que na segunda fase da segundona sentiu sua falta e caiu diante do Paraná Clube, após perder por 1 a 0 na Vila Capanema e empatar em casa por 1 a 1. No entanto, a participação na seleção colocou o londrinense na vitrine.

Elber foi negociado logo em seguida com o Milan, em valores que divergem entre U$1 e 2 milhões. Na época, a maior negociação de um atleta paranaense na história. Logo em seguida, foi emprestado ao Grasshopper da Suíça. Também passou por Sttutgart, Bayer Munique e Borussia da Alemanha. Na França, atuou pelo Lyon. Encerrou a carreira no Cruzeiro.

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JONATHAN – lateral direito

Jonathan Cícero Moreira nasceu em Conselheiro Lafaiete, no dia 27/02/1986.

1,70cm, 67 kg.

Foi formado nas categorias de base do Cruzeiro. Começou a jogar na equipe profissional em 2004 e a partir de 2005 conseguiu a titularidade. Estreou no time principal em 19 de dezembro de 2004, pela última rodada do Brasileirão.

Jogador rápido e de passes precisos, sendo um dos principais jogadores da equipe mineira, se tornando uma boa arma ofensiva, devido às suas arrancadas.

Até 14/12/2009 tinha disputado 187 jogos pelo clube celeste. Declaração dele: “A única coisa que posso garantir é que estou feliz no Cruzeiro”.

Ao ser eleito o melhor lateral direito do Campeonato Brasileiro de 2009, teria despertado interesse do time espanhol Real Madrid. Confira a manchete: “O lateral-direito Jonathan estaria segundo jornais espanhois em uma lista de possíveis reforços do Real Madrid para 2010. As especulações começaram após o rompimento do ligamento cruzado do joelho direito do zagueiro Pepe que ficará seis meses afastado da equipe merengue”. Contudo, o jogador não foi procurado.

Especulação de janeiro de 2010: “Jonathan pode trocar o Cruzeiro pelo Napoli, da Itália, de acordo com o jornal italiano Corriere dello Sport. Ele é considerado o nome ideal para substituir o colombiano Juan Zúñiga, que pode ser emprestado à Lazio.”

Quando tinha 199 jogos pelo Cruzeiro (12 gols): “Fazer 200 jogos não é para qualquer um, são muitos jogos. Apesar de estar aqui desde 2005, muitos subiram comigo naquela época e saíram. Eu tenho a oportunidade de fazer 200 jogos em casa, na Libertadores, diante do torcedor. Tem um gostinho especial. Vou procurar ajudar o Cruzeiro com bom futebol, com raça, porque o que importa nesse momento é a vitória, não os 200 jogos”, disse.

Títulos pelo Cruzeiro (como profissional): Campeão Mineiro (2006, 2008 e 2009).

Títulos pela seleção: Copa dos Campeões do Mundo Sub-17 2002; Campeonato Mundial Sub-17 2003.

Títulos pessoais: Troféu Melhor Lateral direito do Brasileirao 2009; melhor lateral direito do Campeonato Brasileiro 2009 pela Seleção do LANCE!, Troféu Telê Santana (melhor lateral direito 2009) e Troféu Telê Santana (melhor lateral direito 2008).

Uma resposta

  1. Estou muito satisfeito com os resultados obtidos, sou fã do Elivéltom, e que cruzerense não seria, pois o cara é fora de serio como profissional e como ser humano, pois o conheço pessoalmente, morro na cidade onde ele começou a jogar futebol em Areado-MG, um sincero apoio aos comentarios obtidos na futopedia.

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