Copa Libertadores

A Copa Libertadores da América ou Taça Libertadores da América, cujo nome oficial atual é Copa Santander Libertadores por motivos de patrocínio, é a principal competição de futebol entre clubes da América do Sul, organizado pela CONMEBOL (Confederação Sul-Americana de Futebol).

Desde 1998, quando começou a ser patrocinada pela montadora japonesa Toyota, aceita também a participação de clubes do México. A partir de 2008, o patrocinador oficial da competição passou a ser o espanhol Grupo Santander.

O nome do torneio é uma homenagem aos principais líderes da independência das nações da América do Sul: Simón Bolívar, Dom Pedro I, José de San Martín, Antonio José de Sucre e Bernardo O’Higgins. É uma das competições entre clubes mais prestigiosas no esporte juntamente com a Liga dos Campeões da Europa. O campeão da Libertadores enfrenta o campeão da Liga dos Campeões da Europa, no que se chama Mundial Interclubes ou Copa Intercontinental ou Copa Européia/Sul-Americana.

A Copa Libertadores de 2010 é a 51ª edição. O vencedor garante uma vaga na Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2010 que será disputado em dezembro, nos Emirados Árabes Unidos, como representante da CONMEBOL e o direito de disputar a Recopa Sul-Americana de 2011.

Fonte:Wikipedia Imagem:blog Esporte Favorito

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2010 – GRUPO 7

JOGO

CIDADE

Vélez Sarsfield 2 x 0 Cruzeiro Buenos Aires
Colo Colo 1 x 0 Dvo. Italia Santiago
Dvo. Italia 0 x 1 Vélez Sarsfield Caracas
Cruzeiro 4 x 1 Colo Colo Belo Horizonte
Dvo. Italia 2 x 2 Cruzeiro Caracas
Colo Colo 1 x 1 Vélez Sarsfield Santiago
Cruzeiro 2 x 0 Dvo. Italia Belo Horizonte
Vélez Sarsfield 2 x 1 Colo Colo Buenos Aires
Cruzeiro 3 x 0 Vélez Sarsfield Belo Horizonte
Dvo. Italia 2 x 3 Colo Colo Caracas
Colo Colo 1 x 1 Cruzeiro Santiago
Vélez Sarsfield 4 x 0 Dvo. Italia Buenos Aires

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA FASE

TIME PG J V D E GP GC S
Vélez Sarsfield (ARG) 13 6 4 1 1 10 5 5
Cruzeiro (BRA) 11 6 3 1 2 12 6 6
Colo Colo (CHI) 8 6 2 2 2 8 10 -2
Dvo. Italia (VEN) 1 6 0 5 1 4 13 -9

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A relação de jogos dos principais times brasileiros

Fonte: 26/04/2010


Time Jogos Pontos Vitórias Empates Derrotas Edições Aproveitamento
1 São Paulo 143 239 74 35 34 15 55,71%
2 Palmeiras 140 246 73 27 40 15 58,57%
3 Grêmio 119 209 61 26 32 12 58,54%
4 CRUZEIRO 116 228 69 21 26 12 65,52%
5 Santos 86 163 50 13 23 10 63,18%
6 Flamengo 83 158 47 17 19 10 63,45%
7 Internacional 72 123 34 21 17 8 56,94%
8 Corinthians 68 123 37 12 19 8 60,29%
9 Vasco 54 82 21 19 14 7 50,62%
10 São Caetano 33 50 13 11 9 3 50,50%
11 Atlético-MG 33 44 11 11 11 4 44,44
12 Adílson B.
32 62 18 8 6 3 64,58%

(Esse material está liberado para reprodução. Os órgãos de imprensa devem citar o Site Oficial do Cruzeiro como a fonte da informação).

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Todos os campeões da Copa Libertadores da América

  • 1960 – Peñarol – Olimpia
  • 1961 – Peñarol – Palmeiras
  • 1962 – Santos – Peñarol
  • 1963 – Santos – Boca Juniors
  • 1964 – Independiente – Nacional
  • 1965 – Independiente – Peñarol
  • 1966 – Peñarol – River Plate
  • 1967 – Racing – Nacional
  • 1968 – Estudiantes – Palmeiras
  • 1969 – Estudiantes – Nacional
  • 1970 – Estudiantes – Peñarol
  • 1971 – Nacional – Estudiantes
  • 1972 – Independiente – Universitario
  • 1973 – Independiente – Colo Colo
  • 1974 – Independiente – São Paulo
  • 1975 – Independiente – Unión Española
  • 1976 – CRUZEIRO – River Plate
  • 1977 – Boca Juniors – CRUZEIRO
  • 1978 – Boca Juniors – Deportivo Cali
  • 1979 – Olimpia – Boca Juniors
  • 1980 – Nacional – Internacional
  • 1981 – Flamengo – Cobreloa
  • 1982 – Peñarol – Cobreloa
  • 1983 – Grêmio – Peñarol
  • 1984 – Independiente – Grêmio
  • 1985 – Argentinos Juniors – América de Cali
  • 1986 – River Plate – América de Cali
  • 1987 – Peñarol – América de Cali
  • 1988 – Nacional – Newell’s Old Boys
  • 1989 – Nacional Medellin – Olimpia
  • 1990 – Olimpia – Barcelona
  • 1991 – Colo Colo – Olimpia
  • 1992 – São Paulo – Newell’s Old Boys
  • 1993 – São Paulo – Universidad Católica
  • 1994 – Vélez Sarsfield – São Paulo
  • 1995 – Grêmio – Nacional de Medellin
  • 1996 – River Plate – América de Cali
  • 1997 – CRUZEIRO – Sporting Cristal
  • 1998 – Vasco da Gama – Barcelona
  • 1999 – Palmeiras – Deportivo Cali
  • 2000 – Boca Juniors – Palmeiras
  • 2001 – Boca Juniors – Cruz Azul
  • 2002 – Olimpia – São Caetano
  • 2003 – Boca Juniors – Santos
  • 2004 – Once Caldas – Boca Juniors
  • 2005 – São Paulo – Atlético-PR
  • 2006 – Internacional – São Paulo
  • 2007 – Boca Juniors – Grêmio
  • 2008 – LDU – Fluminense
  • 2009 – Estudiantes – CRUZEIRO
  • 2010 – Internacional

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Títulos da Copa Libertadores da América por equipe:

Fonte 2010

  • 7 títulos – Independiente
  • 6 títulos – Boca Juniors
  • 5 títulos – Peñarol
  • 4 títulos – Estudiantes
  • 3 títulos – São Paulo, Olimpia e Nacional
  • 2 títulos – Cruzeiro, River Plate, Grêmio, Santos e Internacional
  • 1 título – LDU, Once Caldas, Palmeiras, Vasco, Vélez Sársfield, Colo Colo, Atlético Nacional, Argentinos Juniors, Flamengo e Racing Club

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Títulos da Copa Libertadores da América por país:

Fonte: 2010

  • 22 títulos – Argentina
  • 14 títulos – Brasil
  • 8 títulos – Uruguai
  • 3 títulos – Paraguai
  • 2 títulos – Colômbia
  • 1 título – Chile
  • 1 título – Equador

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Todos os artilheiros

  • 1960 – Alberto Spencer (Peñarol – Uruguai) 7 gols
  • 1961 – Walter Perazzo (Independiente Santa Fe – Col) 5 gols
  • 1962 – Coutinho (Santos – Brasil) 6 gols
  • 1963 – José Sanfilippo (Boca Juniors – Arg) 7 gols
  • 1964 – Mario Rodríguez (Independiente – Arg) 6 gols
  • 1965 – Pelé (Santos – Bra) 7 gols
  • 1966 – Daniel Onega (River Plate – Arg) 17 gols
  • 1967 – Norberto Raffo (Racing Club – Arg) 14 gols
  • 1968 – Tupãzinho (Palmeiras – Bra) 11 gols
  • 1969 – Alberto Ferrero (Wanderers – Chi) 9 gols
  • 1970 – Francisco Bertocchi (LDU Quito – Equ) 9 gols
  • 1971 – Raúl Castronovo (Peñarol-Uru), Luis Artime (Nacional-Uru) 10 gols
  • 1972 – Toninho (São Paulo) e Teófilo Cubillas (Alianza Lima- Peru) 6 gols
  • 1973 – Carlos Caszely (Colo Colo – Chile) 9 gols
  • 1974 – Terto (São Paulo – Bra) e Fernando Morena (Peñarol – Uru) 7 gols
  • 1975 – Oswaldo Ramírez (Universitario – Peru) 8 gols
  • 1976 – Palhinha (Cruzeiro – Bra) 13 gols
  • 1977 – Néstor Scotta (Deportivo Cali – Col) 5 gols
  • 1978 – Néstor Scotta (Deportivo Cali-Col), Guillermo Larrosa (Alianza Lima-Peru) 8 gols
  • 1979 – Miltão (Guarani – Bra) e J. J. Oré (Universitario – Peru) 6 gols
  • 1980 – Waldemar Victoriano (Nacional – Uru) 6 gols
  • 1981 – Zico (Flamengo – Brasil) 11 gols
  • 1982 – Fernando Morena (Peñarol – Uru) 7 gols
  • 1983 – Arsenio Luzardo (Nacional – Uru) 8 gols
  • 1984 – Tita (Flamengo – Brasil) 8 gols
  • 1985 – Carlos Sánchez (Blooming – Bol) 11 gols
  • 1986 – Juan Carlos De Lima (Deportivo Quito – Equ) 9 gols
  • 1987 – Ricardo Gareca (America Cali – Col) 7 gols
  • 1988 – Iguarán (Millonarios – Col) 5 gols
  • 1989 – Carlos Aguilera (Peñarol -Uru), Raúl Amarilla (Olimpia-Par) 10 gols
  • 1990 – Adriano Samaniego (Olimpia – Par) 7 gols
  • 1991 – Gaúcho (Flamengo – Brasil) 8 gols
  • 1992 – Palhinha (São Paulo – Bra) 7 gols
  • 1993 – Juan Carlos Almada (Univ. Católica – Chile) 9 gols
  • 1994 – Stalin Rivas (Minervén – Ven) 7 gols
  • 1995 – Jardel (Sport – Brasil) 12 gols
  • 1996 – Anthony De Ávila (América Cali – Col) 11 gols
  • 1997 – Alberto Acosta (Univ. Catolica – Chile) 11 gols
  • 1998 – Sérgio João (Bolivar – Bol) 14 gols
  • 1999 – Fernando Baiano (Corinthians – Brasil), Victor Bonilla e Martín Zapata (Deportivo Cali – Col) e Gauchinho e Mauro Caballero (Cerro Porteño-Par) 6 gols
  • 2000 – Luizão (Corinthians – Brasil) 14 gols
  • 2001 – Lopes (Palmeiras – Brasil) 9 gols
  • 2002 – Rodrigo Mendes (Sport – Brasil) 10 gols
  • 2003 – Ricardo Oliveira (Santos-Bra) e Delgado (Boca Juniors-Arg) 9 gols
  • 2004 – Luís Fabiano (São Paulo – Brasil) 8 gols
  • 2005 – Santiago Salcedo (Cerro Porteño – Paraguai) 9 gols
  • 2006 – Nilmar (Corinthians), Borja (El Nacional-EQU), Calderón e Pavone (Estudiantes-ARG), Fernandão (Internacional), Delgado e Urrutia (LDU-EQU) Marcinho e Washington (Palmeiras), Farías e Montenegro (River Plate-ARG) Aloísio (São Paulo), Quinteros (Universidad Católica-CHI) e Ereros (Vélez Sarsfield-ARG) 5 gols
  • 2007 – Salvador Cabañas (América-Mex) 10 gols
  • 2008 – Salvador Cabañas (América-Mex) e Marcelo Moreno (Cruzeiro) 8 gols
  • 2010 – Thiago Ribeiro (Cruzeiro) 8 gols

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Os artilheiros do Cruzeiro numa mesma edição da Libertadores

1967
1. Evaldo, Natal, Tostão (5 gols)
2. Dirceu Lopes (4 gols)
3. Piazza (3 gols)
4. Davi, Marco Antonio, Neco, Ze Carlos (1 gol)

1975
1. Palhinha (7 gols)
2. Nelinho (3 gols)
3. Dirceu Lopes, Roberto Batata (2 gols)
4. Vanderlei (1 gol)

1976
1. Palhinha (13 gols)
2. Jairzinho (12 gols)
3. Joãozinho (7 gols)
4. Nelinho (6 gols)
5. Eduardo (3 gols)
6. Roberto Batata (2 gols)
7. Darci, Ronaldo, Valdo (1 gol)

1977
1. Nelinho (2 gols)
2. Eduardo, Eli Carlos, Eli Mendes, Joãozinho, Livio, Neca (1 gol)

1994
1. Luiz Fernando, Ronaldo (2 gols)
2. Nonato, Paulo Roberto, Roberto Gaucho (1 gol)

1997
1. Marcelo Ramos (4 gols)
2. Alex Mineiro, Elivelton, Palhinha, Reinaldo (2 gols)
3. Ailton, Cleison, Fabinho (1 gol)

1998
1. Marcelo Ramos (1 gol)

2001
1. Geovanni (7 gols)
2. Alessandro, OSeas (4 gols)
3. Marcelo Ramos (3 gols)
4. Jorge Wagner, Luisão (2 gols)
5. Cris, Marcus Vinicius, Sorin (1 gol)

2004
1. Guilherme (4 gols)
2. Alex (3 gols)
3. Lima (2 gols)
4. Cris, Edu Dracena, Felipe Melo, Jussie, Leandro, Maicon, Marcio (1 gol)

2008
1. Marcelo Moreno (8 gols)
2. Ramires (5 gols)
3. Guilherme (2 gols)
4. Thiago Heleno, Wagner (1 gol)

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Julho 2009

Os clubes brasileiros de melhor aproveitamento de pontos da Libertadores são:
1) Cruzeiro – 210 pontos em 108 jogos (64,8%)
2) Flamengo – 148 pontos em 77 jogos (64%)
3) Santos – 163 pontos em 86 jogos (63,1%)
4) São Paulo – 244 pontos em 137 jogos (59,3%)
5) Palmeiras – 246 pontos em 140 jogos (58,5%)
5) Grêmio – 209 pontos em 119 jogos (58,5%)
7) Corinthians – 107 pontos em 62 jogos (57,5%)
8) Atlético-PR – 48 pontos em 28 jogos (57,1%)
9) Fluminense – 44 pontos em 26 jogos (56,4%)
10) Internacional – 111 pontos em 66 jogos (56%)
11) Sport Recife – 23 pontos em 14 jogos (54,7%)
11) Bahia – 23 pontos em 14 jogos (54,7%)
13) Botafogo – 38 pontos em 24 jogos (52,7%)
14) Vasco – 82 pontos em 54 jogos (50,6%)
15) São Caetano – 50 pontos em 33 jogos (50,5%)
16) Guarani – 36 jogos em 24 jogos (50%)
17) Coritiba – 17 pontos em 12 jogos (47,2%)
18) Atlético-MG – 44 pontos em 33 jogos (44,4%)

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CONFIRA ABAIXO UM BREVE RESUMO DE CADA PARTICIPAÇÃO DO CRUZEIRO NA LIBERTADORES

pedrohvs.blogspot.com

  • A rica história do Cruzeiro na Libertadores começou em 1967. Para um iniciante no torneio, o time da Toca foi bem. Ficou em primeiro no seu grupo, vencendo sete partidas e empatando apenas uma. A fase seguinte era composta com os melhores da primeira que eram divididos em dois grupos. Ainda não existia o “mata-mata” de hoje. Os primeiros colocados de cada grupo se confrontavam na final. O Cruzeiro não conseguiu superar o Nacional e ficou fora da decisão. Naquele ano o Racing foi o campeão.
  • Oito anos depois, em 1975, a equipe celeste ficou novamente em primeiro no seu grupo. Na segunda fase, ainda dividida por dois novos grupos, onde apenas os primeiros colocados iam para a final, o Cruzeiro ficou em terceiro, mas apenas por ter o saldo de gols inferior ao do Independiente e do Rosário. Na final, deu Independiente, que derrotou o Unión Española do Chile.
  • No ano seguinte, em 1976, a primeira glória celeste em uma competição internacional. Cruzeiro campeão da Libertadores. Depois de ficar em primeiro no grupo 3 da primeira fase com cinco vitórias, um empate e nenhuma derrota, o time da Toca da Raposa manteve a boa campanha na fase seguinte e foi líder do seu grupo com quatro vitórias em quatro jogos, classificando-se para a final ainda invicto na competição. No primeiro jogo, goleada por 4 a 1 sobre o River Plate no Mineirão. Na segunda partida, a primeira derrota: 2 a 1 River. No confronto de volta no Mineirão, nova vitória celeste por 3 a 2 e a consagração do timaço do Cruzeiro que tinha Raul, Nelinho, Piazza, Joãozinho e companhia.
  • Em 1977 o Cruzeiro não precisou disputar a primeira fase por ter sido campeão no ano anterior. Já entrou direto na segunda fase e ficou em primeiro no seu grupo, conquistando três vitórias em quatro jogos. Na final contra o Boca Juniors, o Cruzeiro perdeu na Argentina por 1 a 0, venceu no Mineirão pelo mesmo placar e empatou sem gols no La Bombonera. Nos pênaltis deu Boca: 5 a 4.
  • Depois de um longo jejum, o Cruzeiro voltou a representar o Brasil na Libertadores 17 anos depois, em 1994. Já com o novo regulamento da competição sul-americana, a equipe celeste ficou em segundo no grupo 2 e foi eliminada nas oitavas-de-final pelo Unión Española, do Chile. Perdeu por 1 a 0 fora de casa e empatou sem gols no Mineirão.
  • Três anos depois, em 1997, nova glória, Cruzeiro bicampeão da Libertadores. E não foi tranquilo como em 76, quando os celestes perderam apenas uma partida. Na fase de grupos o Cruzeiro ficou em segundo no grupo 4, acumulando três vitórias e três derrotas. O Grêmio ficou em primeiro. Nas oitavas, a primeira batalha foi contra o El Nacional. No primeiro jogo em Quito, no Equador, vitória do time da casa por 1 a 0. Na volta, vitória cruzeirense por 2 a 1. Nos pênaltis deu Cruzeiro: 5 a 3. Nas quartas o duelo foi contra o forte time do Grêmio. No Mineirão vitória celeste por 2 a 0. Em Porto Alegre, 2 a 1 Grêmio. Cruzeiro na semifinal. O confronto agora é contra o Colo Colo. Em Belo Horizonte vitória cruzeirense por 1 a 0. No Chile o Colo Colo venceu por 3 a 2. Na decisão por pênaltis o Cruzeiro bateu os chilenos por 4 a 1. Como em toda competição, a final foi suada. No primeiro jogo no Peru, empate em 0 a 0 com o Sporting Cristal. No jogo de volta, Cruzeiro 1 a 0. Elivélton fez o único gol do jogo e a taça foi, enfim, duramente conquistada. Cruzeiro bicampeão.
  • Já garantido nas oitavas-de-final por ter sido campeão no ano anterior, o Cruzeiro disputou apenas dois jogos na Libertadores de 1998. Foi superado pelo Vasco, perdendo no Rio de Janeiro por 2 a 1 e empatando em 0 a 0 no Mineirão.
  • Em 2001, outra boa campanha cruzeirense. Em seis jogos, cinco vitórias, um empate e a liderança isolada do grupo 4. Com muita tranquilidade, o Cruzeiro passou fácil pelo El Nacional: vitórias por 2 a 1 no Equador e 4 a 1 no Mineirão. Nas quartas a história não foi positiva para os celestes. A sorte estava com o Palmeiras, que eliminou o Cruzeiro nos pênaltis após dois empates (3 a 3 em São Paulo e 2 a 2 em BH).
  • Depois da tríplice coroa conquistada em 2003, muita expectativa em relação à campanha do Cruzeiro na Libertadores de 2004. Líder do grupo 3, a equipe estrelada parou nas oitavas. Perdeu na Colômbia por 2 a 1 para o Deportivo Cáli e venceu no Mineirão por 2 a 1. Nos pênaltis a tragédia: 3 a 0 Deportivo Cáli e a eliminação precoce.
  • Em 2008 o Cruzeiro participou pela primeira vez da pré-Libertadores. E não decepcionou. Duas vitórias (3 a 1 e 3 a 2) e a classificação garantida. Na fase de grupos, liderança mais uma vez. Mas voltou a parar nas oitavas-de-final, quando foi eliminado pelo Boca Juniors que venceu as duas partidas pelo mesmo placar: 2 a 1.
  • 2009: a tragédia no Mineirão. Depois de uma campanha impecável, garantindo a liderança do grupo 5, passando fácil pelo Universidade do Chile, Grêmio e São Paulo, o Cruzeiro tinha tudo para conquistar o tri. Na final empatou na Argentina em 0 a 0 com o Estudiantes, mas perdeu no Mineirão de virada por 2 a 1 e teve que assistir Verón erguer a taça para os hermanos.
  • 2010. Depois de conseguir a última vaga na Libertadores no Brasileirão do ano passado, o Cruzeiro segue firme em busca do tri da competição sul-americana. A história já começou, com a maior goleada aplicada pela equipe celeste em sua trajetória na Libertadores: 7 a 0 no Real Potosí. Passada a pré-Libertadores, atenção para o grupo 7, que não é fácil. Tem Vélez, Colo Colo e Deportivo Itália. Mas o elenco cruzeirense é bom e promete. Então, “vamos aguardar”.

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  • 1967 – 12 jogos, 9 vitórias, 1 empate, 2 derrotas, 27 gols pró, 12 gols contra, 4º lugar
  • 1975 – 10 jogos, 5 vitórias, 1 empate, 4 derrotas, 15 gols pró, 15 gols contra, 6º lugar
  • 1976 – 13 jogos, 11 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 46 gols pró, 17 gols contra, CAMPEÃO
  • 1977 – 7 jogos, 4 vitórias, 2 empates, 1 derrota, 8 gols pró, 2 gols contra, Vice-campeão
  • 1994 – 8 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 3 derrotas, 7 gols pró, 9 gols contra, 11º lugar
  • 1997 – 14 jogos, 7 vitórias, 1 empate, 6 derrotas, 15 gols pró, 12 gols contra, CAMPEÃO
  • 1998 – 2 jogos, 0 vitória, 1 empate, 1 derrota, 1 gols pró, 2 gols contra, 16º lugar
  • 2001 – 10 jogos, 7 vitórias, 3 empates, 0 derrota, 26 gols pró, 11 gols contra, 5º lugar
  • 2004 – 8 jogos, 5 vitórias, 1 empate, 2 derrotas, 17 gols pró, 8 gols contra, 9º lugar
  • 2008 – 10 jogos, 5 vitórias, 2 empates, 3 derrotas, 19 gols pró, 14 gols contra, 9º lugar
  • 2009 - 14 jogos, 9 vitórias, 3 empates, 2 derrotas, 22 gols pró, 12 gols contra, lugar
  • 2010 – 12 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 4 derrotas, 26 gols pró, 10 gols contra, 5º lugar

Total: 120 jogos, 69 vitórias, 24 empates, 27 derrotas (fonte 19/08/2010)

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18/08/2010 – Thiago Ribeiro é o artilheiro da Libertadores

Fonte: João Marcos Dias (www.cruzeiro.com.br)

Pela terceira vez na história, o Cruzeiro tem o máximo goleador da Copa Libertadores. Ao término da competição, com o título do Internacional na decisão contra o Chivas, em Porto Alegre, na noite desta quarta-feira, o atacante Thiago Ribeiro foi consagrado o artilheiro da edição de 2010, com oito gols marcados.

Ribeiro marcou um gol a mais que o ex-cruzeirense Kleber e que Fernández, do Alianza Lima-PER, e dois alem de Tejada, do Juan Aurich-PER.

Dois atletas que estiveram em campo na vitória por 3 x 2 do Internacional tinham remotas chances de roubar o posto de Ribeiro e não conseguiram. Giuliano, do Internacional, marcou um e terminou a Libertadores com seis gols, e Omar Bravo, do Chivas, passou em branco e ficou com quatro.

O atacante celeste foi convidado pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para assistir à final, mas não pôde comparecer devido aos compromissos profissionais em Belo Horizonte. Na cerimônia de premiação, Ribeiro foi representado pelo diretor de comunicação do Clube, Guilherme Mendes.

Ribeiro repetiu os feitos do ídolo eterno Palhinha, goleador e campeão de 1976, 13 gols, e de Marcelo Moreno, que marcou oito vezes foi artilheiro em 2008.

O atacante vive uma temporada especial em termo de gols no Cruzeiro. São 17 tentos em 35 partidas, 0,48 por jogo, que lhe dão a artilharia do time na temporada. O segundo colocado é Wellington Paulista, com 15 gols em 31 atuações, média idêntica de 0,48.

Confira o desempenho de Thiago Ribeiro, jogo a jogo:

Primeira fase: 27/01/2010 – Real Potosí 1 x 1 Cruzeiro – não marcou;  03/02/2010 – Cruzeiro 7 x 0 Real Potosí – 1 gol

Fase de grupos: 10/02/2010 – Vélez Sarsfield 2 x 0 Cruzeiro – não marcou; 24/02/2010 – Cruzeiro 4 x 1 Colo-Colo – 1 gol;  11/03/2010 – Deportivo Itália 2 x 2 Cruzeiro – não marcou; 24/02/2010 – Cruzeiro 2 x 0 Deportivo Itália – não marcou; 31/03/2010 – Cruzeiro 3 x 0 Vélez Sarsfield – 1 gol; 15/04/2010 – Colo-Colo 1 x 1 Cruzeiro – 1 gol

Oitavas de final: 29/04/2010 – Cruzeiro 3 x 1 Nacional – 3 gols; 05/05/2010 – Nacional 0 x 3 Cruzeiro – 1 gol

Quartas de final: 12/05/2010 – Cruzeiro 0 x 2 São Paulo – não marcou: 19/05/2010 – São Paulo 2 x 0 Cruzeiro – não marcou

(Esse material está liberado para reprodução. Os órgãos de imprensa devem citar o Site Oficial do Cruzeiro como a fonte da informação).

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25/02/2010 – Cruzeiro tem o melhor saldo de gols dentre os brasileiros na história da Libertadores

João Marcos Dias – Site oficial do Cruzeiro

Os 4 x 1 aplicados no Colo-Colo, na noite de quarta-feira, mantiveram o Cruzeiro como time brasileiro com o melhor saldo de gols na história da Copa Libertadores, competição que disputa pela 13ª vez em 51 edições. Campeão em 1976 e 1997 e vice em 1977 e 2009, a equipe celeste tem números destacados em relação aos compatriotas no torneio.

O Cruzeiro não é quem tem mais partidas, mas, nas 112 vezes que entrou em campo, conquistou 67 vitórias, com 215 gols a favor e 118 contra. O saldo é de 97.

De acordo com levantamento do consultor de estatística e história do futebol Alexandre Kupidlowsky, o Palmeiras, campeão em 1999, tem 140 partidas pela Libertadores, com 73 triunfos, 255 gols pró e 164 contra. O saldo é de 91.

Já o São Paulo entrou em campo 138 vezes pela principal competição do continente, que conquistou em 1992, 1993 e 2005. Venceu 71 confrontos, marcou 216 tentos e sofreu 129, saldo de 87.

O outro time com mais partidas disputadas é o Grêmio, campeão em 1983 e 1995, com 119. São 61 vitórias dos gaúchos, com 184 gols marcados e 114 sofridos. O saldo é de 70.

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22/04/2009 – Cruzeiro completa 100 jogos pela Libertadores, com 60 vitórias

Bruno Furtado (Portal Uai)

O 100º jogo do Cruzeiro em Copas Libertadores pôde ser comemorado em grande estilo nesta quarta-feira, no Mineirão, graças à vitória por 2 a 0 sobre o Deportivo Quito do Equador, resultado que classificou o time mineiro como líder do Grupo 5, com 13 pontos, à frente do Estudiantes, com dez.

O triunfo encheu as estatísticas do Cruzeiro na competição e na temporada de números redondos. Esta foi a 60ª vitória em 11 edições de Copa Libertadores e o time chegou a 190 gols.

O técnico Adílson Batista elogiou o clube e seus jogadores pelo feito. ”Parabéns ao Cruzeiro, é uma marca importante. O clube sempre teve grandes times, grandes treinadores, conquistou, chegou, é respeitado. Hoje fizemos um bom jogo, conseguimos o placar já no primeiro temo, tivemos inteligência, paciência, tocamos bem a bola. Tenho que parabenizar também o torcedor que jogou junto hoje. Tenho que agradecer a todos”.

O aproveitamento na competição subiu para 65,33%. O Cruzeiro ainda empatou 16 jogos e perdeu 24, com 106 gols negativos. O saldo cruzeirense no principal torneio sul-americano é de 84 gols.

Invencibilidade

A vitória desta quarta-feira, sobre o Deportivo Quito, aumentou para 20 jogos a invencibilidade do Cruzeiro no Mineirão. A última derrota no estádio da Pampulha foi para o Palmeiras, por 1 a 0, em 25 de setembro do ano passado, pela 25ª rodada do Brasileiro.

Nesse período de invencibilidade no Mineirão, o Cruzeiro venceu 18 jogos, empatou dois, marcou 52 gols e sofreu sete, com saldo positivo de 45 gols.

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20/04/2009 – Cruzeiro – Muita história para contar em 100 jogos na Libertadores

Bruno Furtado (Portal Uai)

O Cruzeiro chegará nesta quarta-feira, no Mineirão, diante do Deportivo Quito, do Equador, ao seu 100º jogo pela Copa Libertadores, competição mais importante e mais tradicional interclubes das Américas e que está em sua 50ª edição.

O direito de estrear no torneio, em 1967, foi conquistado com o título da Taça Brasil de 1966, sobre o poderoso Santos de Pelé, com vitórias por 6 a 2 no Mineirão e por 3 a 2 em São Paulo. Era o começo de uma trajetória de sucesso, que culminou com duas conquistas, em 1976 e 1997, a perda de um título para o Boca Juniors nos pênaltis, em 1977, e dezenas de outros jogos marcantes para atletas, técnicos e torcedores.

Graças às 11 participações na Libertadores, o Cruzeiro se tornou um clube mundial e respeitado por onde passa. Ao todo, 170 jogadores vestiram a camisa celeste na competição e ajudaram o clube a conquistar 59 vitórias e 16 empates. Os mesmos lamentaram 24 derrotas, sendo apenas três no Mineirão.

O Cruzeiro sofreu 106 gols e marcou 188. O primeiro deles foi convertido pelo atacante Evaldo em 19 de fevereiro de 1967, logo no primeiro jogo, disputado em Caracas, na Venezuela, contra o Deportivo Galícia. O craque relembrou ao Superesportes aquele feito histórico. “Foi um escanteio cobrado pelo Natal da ponta direita. O Procópio, que era grandão, foi para a área e desviou de cabeça no primeiro pau. Eu fiquei na sobra, na outra trave, e completei para o gol”, contou Evaldo, hoje comentarista esportivo.

Evaldo lembra que, na época, jogadores viam a Libertadores com desconfiança. A Copa fora criada em 1960 e não tinha o prestígio de hoje, com cotas e premiações. “Era a pior impressão possível. Você não tinha informação sobre seus adversários, a forma como jogavam, como funcionava. Os jogadores estrangeiros batiam muito e os juízes deixavam correr. Era diferente. Tinha que ser bom e macho para jogar”.

A Libertadores de 1967 proporcionou aos jogadores da época situações inéditas e inusitadas. Nos jogos pela semifinal, em Montevidéu, contra Nacional e Peñarol, o elenco foi vítima da desinformação e da falta de estrutura. “O Cruzeiro não costumava viajar. Isso virou rotina depois da Taça Brasil de 1966. Então não tínhamos nem material de viagem. No Uruguai, passamos até frio. Saímos de Belo Horizonte com camisa de manga e levamos um susto quando chegamos a Montevidéu naquela ventania”.

Nacional e Peñarol, bem mais experimentados na disputa da Libertadores naquele ano, tiraram proveito do então estreante Cruzeiro. “Chegamos lá e tínhamos que treinar só no hotel, por causa do frio. Na calefação estava tudo bem, duro era quando abriam a porta do hotel. Vinha aquele vento frio. Treinamos no estádio só na véspera. O campo era pesado, quase um barro, porque ainda chovia. Não aguentamos a correria deles e perdemos os dois jogos lá. Por isso fomos eliminados”.

Hoje, segundo Evaldo, a Libertadores é uma vitrine. “Há transmissão, o torneio é atraente, os prêmios são bons, entra muito dinheiro e todo mundo quer disputar. Os clubes podem contratar bons jogadores, você tem qualquer informações sobre seus adversários. Ninguém é pego de surpresa”.

Nesta quarta-feira, contra o Deportivo Quito, Evaldo acredita que o Cruzeiro chegará à 60ª vitória na Copa Libertadores com certa facilidade. “Pelo que eu vi desse Deportivo Quito até agora, vai ser tranquilo. Sei que agora eles estarão jogando contra o Cruzeiro, tomarão mais cuidados, marcarão melhor, mas, pelo movimento grande de torcedores, pelo fato de o Adílson contar com todo mundo, acho que o Cruzeiro vão ganhar e ganhar bem”, disse. (UAI)

CURIOSIDADES DO CRUZEIRO NA LIBERTADORES:

Primeiro jogo:
19/2/1967 – Cruzeiro 1 x 0 Deportivo Galícia (em Caracas)

Primeiro gol:
Evaldo, contra o Deportivo Galícia, na vitória por 1 a 0, em 1967

Artilheiros:
Palhinha, com 13 gols, em 1976
Marcelo Moreno, com oito gols, em 2008
Palhinha é o maior artilheiro geral, com 20 gols (1975 e 76)

Quem mais jogou:
Goleiro Raul, com 40 jogos, em 1967, 1975, 1976 e 1977

Técnico que mais treinou:
Adílson Batista, com 15 jogos, em 2008 e 2009

Técnico com mais vitórias:
Zezé Moreira, com 11, em 1976

Maior série invicta:
Zezé Moreira, com 11 jogos, em 1976

Adversário que mais enfrentou: Boca Juniors (1977, 1994 e 2008)
Sete jogos, com três vitórias, um empates e três derrotas

Total de adversários: 36 clubes diferentes de 11 países

Jogos em Belo Horizonte: 46
37 vitórias, 6 empates, 3 derrotas, 114 gols pró e 36 contra

Jogos no exterior: 43
17 vitórias, 8 empates, 18 derrotas, 58 gols pró e 58 contra

Maiores goleadas do Cruzeiro:
20/5/1976 – 7 x 1  Alianza (Peru) – Belo Horizonte
10/4/2001 – 5 x 0  Sporting Cristal (Peru) – Belo Horizonte
20/3/1967 – 4 x 0  Deportivo Itália (Venezuela) – Belo Horizonte
12/5/1976 – 4 x 0  Alianza (Peru) – Lima
17/7/1977 – 4 x 0  Portugueza (Venezuela) – Acarigua
27/4/1967 – 4 x 1  Universitário (Peru) – Belo Horizonte
24/3/1976 – 4 x 1  Luqueño (Paraguai) – Belo Horizonte
4/4/1976 – 4 x 1  Olimpia (Paraguai) – Belo Horizonte
30/5/1976 – 4 x 1  LDU (Equador) – Belo Horizonte
21/7/1976 – 4 x 1  River Plate (Argentina) – Belo Horizonte
15/5/2001 – 4 x 1  El Nacional (Equador) – Belo Horizonte
17/5/2004 – 5 x 0 Concepcion (Chile) – Belo Horizonte

Maiores goleadas sofridas:
5 a 1 – Real Potosí, da Bolívia (16/04/2008)
3 a 0 – Independiente, da Argentina (06/06/1975)
4 a 0 – Estudiantes, da Argentina (07/04/2008)

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02/03/2009 – Adilson Batista igualará na 4ª feira marcas de Zezé Moreira e Paulo Autuori na Libertadores

João Marcos Dias (Site oficial do Cruzeiro)

Ao comandar o Cruzeiro na quarta-feira contra o Universitário Sucre, Adilson Batista chegará à marca de 13 jogos na Copa Santander Libertadores, algo que só os treinadores campeões atingiram no Clube. Zezé Moreira, em 1976, e Paulo Autuori, em 1997, são os atuais recordistas de partidas pela competição.

Moreira dirigiu a equipe celeste nos 13 jogos da campanha vitoriosa de 1976. Com 11 vitórias, um empate e uma derrota, 46 gols e favor e 17 contra, o Cruzeiro tornou-se o segundo time brasileiro campeão da Libertadores, após o Santos bicampeão de 1961 e 62.

A história do título de 1997 tem dado curioso. Paulo Autuori poderia ser o recordista isolado não fosse o fato de Oscar Bernardi ter comandado o time no primeiro jogo daquela campanha. Autuori assumiu a partir da segunda rodada da primeira fase e levou o Cruzeiro à conquista com sete vitórias, um empate e cinco derrotas, 14 gols pró e dez contra.

Adilson tem como façanha o fato de ser o único a comandar o Cruzeiro em duas edições da Libertadores. Nas dez participações anteriores, o time teve 12 técnicos diferentes. Em 2008, foram cinco vitórias, dois empates e três derrotas, que levaram o time às oitavas-de-final. Na edição atual, o treinador comandou o time em uma vitória e um empate.

Confira os números dos técnicos celestes na Libertadores

ANO TREINADOR J V E D GP GC S RESULTADO
1967 Airton Moreira 12 9 1 2 27 12 15 Semifinal
1975 Ílton Chaves 10 5 1 4 15 15 0 Semifinal
1976 Zezé Moreira 13 11 1 1 46 17 29 CAMPEÃO
1977 Yustrich 7 4 2 1 8 2 6 Vice-campeão
1994 Ênio Andrade 8 3 2 3 7 9 -2 Oitavas-de-final
1997 Oscar Bernardi 1 0 0 1 1 2 -1 1ª Fase
1997 Paulo Autuori 13 7 1 5 14 10 4 CAMPEÃO
1998 Levir Culpi 2 0 1 1 1 2 -1 Oitavas de final

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TORNEIO SUL-AMERICANO DE CLUBES (1948)

O que foi o Torneio?

O campeonato Sulamericano de Clubes foi um Torneio organizado em uma única edição pelo Colo Colo da cidade de Santiago, Chile. Deste Torneio (o primeiro que reuniu os principais clubes do continente), realizado na cidade de Santiago, participaram um total de 07 equipes. Teve início em 11 de fevereiro e término no dia 17 de março com um total de 21 jogos e média de 3,61 gols por partida. O “Expresso da Vitória” (como era chamada a equipe do Vasco) levou o campeonato de forma invicta. Com base nessa conquista, O Vasco da Gama pediu à Confederação Sul-Americana a sua inclusão na Supercopa dos Campeões da Libertadores. A reinvindicação foi atendida e o título reconhecido.

Participantes
Colo Colo (Santiago/Chile) – campeão nacional de 1947
Vasco da Gama (Rio de Janeiro/Brasil) – campeão carioca de 1947
River Plate (Buenos Aires/Argentina) – campeão nacional de 1947
Nacional (Montevidédo/Uruguai) – campeão nacional de 1947
Litoral (La Paz/Bolivia) – campeão boliviano de 1947
Municipal (Peru) – vice-campeão nacional de 1947
Emelec (Equador) – convidado por se tratar do melhor clube do Equador

Classificação Final

  • 1° – Vasco da Gama, 10 pontos (campeão)
  • 2° – River Plate, 09
  • 3° – Nacional, 08
  • 4° – Municipal e Colo Colo, 06
  • 6° – Litoral, 02
  • 7° – Emelec, 01 ponto

2 Respostas

  1. Parabéns Cruzeiro por escrever a sua história nesta grande competição. no Brasil você não é valorizado mas no continente é muito respeitado, uns dos maiores.

  2. Não sou cruzeirense, mas sem dúvida, é um dos maiores do Brasil juntamente com o SÃO PAULO. Sei do respeito que o clube tem no exterior, inclusive vi uma reportagem onde Zidane citou o Cruzeiro como um dos dois times que ele conhecia no Brasil. O outro não vou falar, é rival do meu São Paulo…rsss

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